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10 práticas inteligentes de IA na clínica odontológica

Agenda, atendimento, orçamentos, retornos, finanças e redes sociais. Prompts prontos para usar hoje, com atenção às normas do CFO e à LGPD.

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Por que este e-book

Há mais de 20 anos acompanho a rotina de consultórios e clínicas e vejo os mesmos problemas se repetirem: cadeira vazia por falta sem aviso, orçamento que fica na gaveta e recepção sobrecarregada. Quase nunca falta competência ao cirurgião-dentista. Falta tempo. Reuni aqui 10 práticas simples de inteligência artificial para ajudar a devolver esse tempo, com atenção às normas do CFO e à LGPD.

Edson NoletoNoleto Consultoria Empresarial
Toque para abrir cada prática

As 10 práticas

Ética e normas da odontologia

IA com segurança na odontologia

Até o fechamento desta edição, o CFO não havia publicado norma específica sobre inteligência artificial. Valem o Código de Ética Odontológica, as resoluções do CFO sobre publicidade e a LGPD. Seis cuidados resumem o caminho seguro:

  • O cirurgião-dentista decide. A IA é ferramenta de apoio. Avaliação, diagnóstico e plano de tratamento continuam sob responsabilidade do profissional.
  • O paciente é informado. Quando a IA apoiar o atendimento de forma relevante, explique ao paciente com clareza e respeite a recusa.
  • Fica registrado. Anote no prontuário quando uma ferramenta de IA apoiar uma decisão clínica.
  • Sem diagnóstico por robô. Assistentes virtuais cuidam de agenda, informações e lembretes. Diagnóstico e orientação clínica ficam com o profissional.
  • Imagem também é dado de saúde. Radiografias, fotos intraorais e escaneamentos identificáveis são dados sensíveis pela LGPD.
  • Ferramenta com contrato. Informação clínica só em ferramentas contratadas para a área da saúde, com regras de sigilo e segurança.

Resumo orientativo. Consulte o Código de Ética Odontológica e as resoluções no portal do CFO e, em caso de dúvida, o CRO do seu estado.